Discurso profético de Madre Teresa de Calcutá sobre o aborto no mundo

 
 
No dia 3 de fevereiro de 1994, foi realizado o National Prayer Breakfast (Café da Manhã Nacional de Oração), no Hotel Shoreham, em Washington, DC. Essa seria mais uma reunião do establishment político norte-americano, que incluía diplomatas de mais de 100 países diferentes. Foram anunciados os membros da mesa principal, com sua distinta lista de convidados encabeçada pelo Presidente Clinton e pelo vice-presidente Gore. Mas logo o ânimo quieto foi quebrado pelo aparecimento da palestrante principal da manhã: Madre Teresa de Calcutá. Com as suas simples, mas poderosas e pertinentes observações, Madre Teresa abalou a sua audiência emitindo um desafio direto para os acomodados detentores do poder em Washington.
 
 
 
 
Confira a tradução do discurso na íntegra: 
 

” No último dia, Jesus dirá àqueles à sua direita: “Venha, entre no Reino. Porque eu tive fome e você me deu comida, eu estava sedento e você me deu bebida, eu estava doente e você me visitou.” Então Jesus se voltará para aqueles à sua esquerda e dirá: “Afaste-se de mim porque eu tive fome e você não me alimentou, eu estava sedento e você não me deu bebida, eu estava doente e você não me visitou.” Eles lhe perguntarão: “Quando nós o vimos faminto, ou sedento, ou doente, e não o ajudamos?” E Jesus lhes responderá: “Tudo que você deixou de fazer ao menor destes, você deixou de fazer a mim!”

Uma vez que nós nos reunimos aqui para rezar juntos, eu penso que será bonito se nós começarmos com uma oração que expressa muito bem o que Jesus quer que nós façamos para os menores. São Francisco de Assis entendeu muito bem estas palavras de Jesus e a sua vida é muito bem expressada por uma oração. E esta oração que nós rezamos diariamente depois da Santa Comunhão, sempre me surpreende muito, porque é muito adequada para cada um de nós. E eu sempre imagino se há oitocentos anos atrás quando São Francisco viveu, eles tinham as mesmas dificuldades que nós temos hoje. Eu acho que alguns de vocês já têm esta oração de paz, assim nós iremos rezá-la juntos.

Senhor,
Fazei de mim um instrumento de Vossa paz!
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.
Onde houver erros, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz. Ó Mestre,
Fazei que eu procure mais
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado…
Pois é dando que se recebe;
é perdoando que se é perdoado;
e é morrendo que se vive para a Vida Eterna.
Amém.

Demos graças a Deus pela oportunidade que ele nos deu hoje de ter vindo aqui para rezar juntos. Nós viemos aqui especialmente para rezar pela paz, alegria, e amor. Nós somos relembrados de que Jesus veio trazer a boa notícia para os pobres. Ele nos disse o que a boa notícia é quando ele disse: “Eu vos deixo a minha paz, eu vos dou a minha paz.”

Ele não veio dar a paz do mundo, que só é que nós não incomodemos um ao outro. Ele veio dar paz de coração que vem de amar – de fazer bem a outros.

E Deus amou tanto o mundo que deu o seu filho. Deus deu o seu filho à Virgem Maria, e o que ela fez com ele? Assim que Jesus entrou na vida de Maria, imediatamente ela foi às pressas anunciar esta boa notícia. E assim que ela entrou na casa de sua prima, Isabel, a Escritura nos conta que a criança por nascer – a criança no útero de Isabel – pulou de alegria. Enquanto ainda no útero de Maria, Jesus trouxe paz para João Batista, que pulou de alegria no útero de Isabel.

E como se isto não fosse o bastante – como se não fosse o bastante que Deus Filho se tornasse um de nós e trouxesse paz e alegria enquanto ainda no útero, Jesus também morreu na Cruz para demonstrar aquele amor maior. Ele morreu por você e por mim, e por aquele leproso e por aquele homem morrendo de fome e aquela pessoa desnuda que jaz na rua – não só de Calcutá, mas da África, de todos os lugares. Nossas Irmãs servem estas pessoas pobres em 105 países por todo o mundo. Jesus insistiu que nós amemos um ao outro como ele ama a cada um de nós. Jesus deu a sua vida para nos amar, e ele nos fala que ama a cada um de nós. Jesus deu a sua vida para nos amar, e ele nos fala que nós também devemos dar tudo que for necessário para fazer o bem uns aos outros. E no Evangelho Jesus diz muito claramente, “Amai como eu vos amei”. Jesus morreu na Cruz porque isso é o que foi necessário para que ele fizesse o bem para nós – para nos salvar de nosso egoísmo e pecado. Ele largou tudo para fazer o desejo do Pai, para mostrar a nós que nós também devemos estar dispostos a dar tudo para fazer a vontade de Deus, para amar uns aos outros como ele ama a cada um de nós. Se nós não estamos dispostos a dar tudo o que for necessário para fazer o bem uns aos outros, o pecado ainda está em nós. É por isso que nós também temos que dar aos outros até que doa.

Amor sempre dói

Não é suficiente dizermos “eu amo a Deus”. Mas eu também tenho que amar meu próximo. São João diz que você é um mentiroso se você diz que ama a Deus e você não ama seu próximo. Como você pode amar a Deus que você não vê, se você não ama seu próximo que você vê, que você toca, com quem você vive? E assim é muito importante para nós percebermos que o amor, para ser verdadeiro, tem que doer. Eu devo estar disposta a dar tudo que for necessário para não prejudicar outras pessoas e, de fato, para fazer o bem a elas. Isto requer que eu esteja disposta a dar até que doa. Caso contrário, não há nenhum verdadeiro amor em mim e eu trago injustiça, não paz, para aqueles ao meu redor.

Doeu a Jesus nos amar. Nós fomos criados à sua imagem para coisas maiores, para amar e ser amado. Nós temos que “nos revestir de Cristo”, como a Escritura nos fala. E assim nós fomos criados para amar como ele nos ama. Jesus se faz o faminto, o desnudo, o sem casa, o não desejado, e ele diz, “Você fez isto a mim”. No último dia ele dirá àqueles à sua direita, “tudo que você fez ao menor destes, você fez a mim”, e ele também dirá àqueles à sua esquerda, “tudo que você deixou de fazer para o menor destes, você deixou de fazer a mim”.

Quando ele estava morrendo na Cruz, Jesus disse “eu tenho sede”. Jesus tem sede do nosso amor, e esta é a sede de todos, tanto pobres como ricos. Todos nós temos sede do amor dos outros, de que eles saiam do seu caminho para evitar nos prejudicar e para fazer o bem a nós. Este é o significado do verdadeiro amor, dar até que doa. Eu nunca posso esquecer a experiência que eu tive visitando uma casa onde eles mantinham todos aqueles velhos pais de filhos e filhas que tinham há pouco os posto em uma instituição e, talvez, os esquecido. Eu vi que naquela casa aquelas pessoas idosas tinham tudo: comida boa, lugar confortável, televisão – tudo. Mas todo mundo estava olhando para a porta. E eu não vi nem um deles com um sorriso na face.

Eu virei para a Irmã e perguntei, “Por que estas pessoas, que têm todo conforto aqui – por que todos eles estão olhando para a porta? Por que eles não estão sorrindo?” (Eu estou acostumada a ver os sorrisos em nosso povo. Até mesmo os agonizantes sorriem.) E a Irmã disse, “Este é o modo que é, quase todos os dias. Eles estão aguardando – eles têm esperança – que um filho ou filha venha visitá-los. Eles sofrem porque são esquecidos.”

Vejam, esta negligência para amar traz pobreza espiritual. Talvez em nossa família nós tenhamos alguém que está se sentindo só, que está se sentindo doente, que está preocupado. Nós estamos lá? Nós estamos dispostos a dar até que doa, para estar com nossas famílias? Ou nós pomos nossos próprios interesses primeiro? Estas são as perguntas que precisamos fazer a nós mesmos, especialmente quando nós começamos este Ano da Família. Nós precisamos nos lembrar de que o amor começa em casa, e nós também precisamos nos lembrar de que “o futuro da humanidade passa pela família”.

Eu fiquei surpresa no Ocidente por ver tantos meninos e meninas jovens dados a drogas. E eu tentei descobrir por que. Por que é assim, quando esses no Ocidente têm tantas coisas mais do que aqueles no Oriente? E a resposta era, “Porque não há ninguém na família para os receber”. Nossas crianças dependem de nós para tudo: sua saúde, sua nutrição, sua segurança, seu vir a conhecer e amar a Deus. Para tudo isto, eles olham para nós com confiança, esperança, e expectativa. Mas freqüentemente o pai e mãe estão tão ocupados que eles não têm tempo para suas crianças, ou talvez eles nem mesmo sejam casados, ou desistiram do seu matrimônio. Assim as crianças vão para as ruas, e são envolvidas nas drogas, ou em outras coisas. Nós estamos falando de amor à criança, que é onde o amor e a paz devem começar. Estas são as coisas que quebram a paz.

Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança – um assassinato direto da criança inocente – assassinato pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros? Como nós persuadimos uma mulher a não fazer um aborto? Como sempre, nós devemos persuadi-la com amor, e nós lembramos a nós mesmos que amor significa estar disposto a dar até que doa. Jesus deu até a sua própria vida para nos amar. Assim a mãe que está pensando em aborto, deveria ser ajudada a amar – quer dizer, a dar até que fira seus planos, ou o seu tempo livre, para respeitar a vida da sua criança. O pai daquela criança, seja quem for, também tem que dar até que doa. Pelo aborto, a mãe não aprende amar, mas mata até mesmo a sua própria criança para resolver os seus problemas. E pelo aborto, é dito ao pai que ele não precisa ter responsabilidade alguma pela criança que ele trouxe ao mundo. É provável que aquele pai coloque outras mulheres na mesma dificuldade. Assim o aborto apenas leva a mais aborto. Qualquer país que aceite o aborto não está ensinando as pessoas a amar, mas a usar qualquer violência para conseguir o que eles querem. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto.

Muitas pessoas são muito, muito preocupadas com as crianças da Índia, com as crianças da África, onde muitas morrem de fome, e assim por diante. Muitas pessoas também preocupam-se com toda a violência neste grande país dos Estados Unidos. Estas preocupações são muito boas. Mas freqüentemente estas mesmas pessoas não se preocupam com os milhões que estão sendo mortos pela decisão deliberada das suas próprias mães. E este é o maior destruidor da paz hoje: o aborto, que leva as pessoas a tal cegueira.

“Eu quero esta criança!”

E por isto eu apelo na Índia e eu apelo em todos os lugares: “Deixe-nos trazer a criança de volta”. A criança é o presente de Deus à família. Cada criança é criada à especial imagem e semelhança de Deus para coisas maiores – amar e ser amado. Neste Ano da Família nós precisamos trazer a criança de volta para o centro de nosso cuidado e preocupação. Este é o único modo pelo qual o nosso mundo pode sobreviver, porque nossas crianças são a única esperança para o futuro. À medida que as outras pessoas são chamadas para Deus, só as suas crianças podem tomar os seus lugares.

Mas o que Deus diz a nós? Ele diz, “Até mesmo se uma mãe pudesse esquecer da sua criança, eu não o esquecerei. Eu o gravei na palma de minha mão”. Nós estamos gravados na palma da sua mão; aquela criança por nascer foi esculpida na mão de Deus desde a concepção, e é chamada por Deus a amar e ser amada, não só agora nesta vida, mas para sempre. Deus nunca pode se esquecer de nós.

Eu vou contar uma coisa bonita a vocês. Nós estamos lutando contra o aborto pela adoção – pelo cuidado à mãe e a adoção para o seu bebê. Nós salvamos milhares de vidas. Nós avisamos as clínicas, os hospitais, e delegacias de polícia: “Por favor não destruam a criança; nós ficaremos com a criança”. Assim nós sempre conseguimos que alguém diga às mães em dificuldade: “Venha, nós cuidaremos de você, nós conseguiremos uma casa para sua criança”.

E nós temos uma tremenda demanda dos casais que não podem ter uma criança. Mas eu nunca dou uma criança a um casal que fez algo para não ter uma criança. Jesus disse, “Qualquer um que recebe uma criança em meu nome, me recebe.” Adotando uma criança, estes casais recebem Jesus, mas abortando uma criança, um casal recusa-se a receber Jesus.

Por favor não matem a criança. Eu quero a criança. Por favor me dêem a criança. Eu estou disposta a aceitar qualquer criança que seria abortada, e a dar aquela criança a um casal casado que amará a criança, e será amado pela criança. Da casa de nossas crianças em Calcutá apenas, nós salvamos mais de 3.000 crianças de abortos. Estas crianças trouxeram tal amor e alegria para os seus pais adotivos, e cresceram tão cheias de amor e alegria! Eu sei que os casais têm que planejar a sua família, e para isso há planejamento familiar natural. O modo para planejar a família é planejamento familiar natural, não contracepção. Destruindo o poder de dar vida, pela contracepção, um marido ou esposa está fazendo algo a si mesmo. Isto dirige a atenção para si mesmo, e assim destrói o dom de amor nele ou ela. Amando, o marido e esposa têm que dirigir a atenção um para o outro, como acontece no planejamento familiar natural, e não para si mesmos, como acontece na contracepção. Uma vez que aquele amor vivo é destruído pela contracepção, o aborto segue muito facilmente.

A grandeza do pobre

Eu também sei que há grandes problemas no mundo – que muitos cônjuges não amam um ao outro o bastante para praticar planejamento familiar natural. Nós não podemos resolver todos os problemas no mundo, mas nunca tragamos o pior problema de todos, que é destruir o amor. Isto é o que acontece quando nós dizemos para as pessoas que pratiquem contracepção e aborto.

Os pobres são pessoas muito grandes. Eles podem nos ensinar tantas coisas bonitas. Uma vez um deles veio nos agradecer por ensinar a eles planejamento familiar natural, e disse: “Vocês – que praticaram castidade – vocês são as pessoas mais indicadas para nos ensinar planejamento familiar natural, porque não é nada além de autocontrole por amor um ao outro.” E o que esta pessoa pobre disse é bem verdade. Estas pessoas pobres talvez não tenham nada para comer, talvez elas não tenham uma casa para viver, mas eles ainda podem ser grandes pessoas quando eles são espiritualmente ricos. Aqueles que são materialmente pobres podem ser pessoas maravilhosas. Uma noite nós saímos e recolhemos quatro pessoas da rua. E um deles estava em uma condição bem terrível. Eu disse às Irmãs: “Vocês tomem conta dos outros três; eu cuidarei do que parece pior.” Assim eu fiz por ela tudo aquilo que meu amor pode fazer. Eu a pus na cama, e havia um belo sorriso na sua face. Ela pegou minha mão, e ela só disse uma coisa: “Obrigado”. Então ela morreu.

Eu não pude evitar examinar minha consciência diante dela. Eu perguntei, “O que eu diria se estivesse em seu lugar?” E minha resposta foi muito simples. Eu teria tentado chamar um pouco de atenção para mim. Eu teria dito, “Eu tenho fome, eu estou morrendo, eu estou com frio, eu estou com dor”, ou algo assim. Mas ela me deu muito mais – ela me deu o seu amor agradecido. E ela morreu com um sorriso em sua face. E havia o homem que nós apanhamos da sarjeta, meio comido pelos vermes. E depois que nós o trouxemos para casa, ele só disse, “Eu tenho vivido como um animal na rua, mas eu vou morrer como um anjo, amado e cuidado.” Então, depois que nós removemos todos os vermes deste corpo, tudo o que ele disse – com um grande sorriso – foi: “Irmã, eu vou para casa para Deus.” E ele morreu. Era tão maravilhoso ver a grandeza daquele homem, que podia falar assim sem culpar qualquer pessoa, sem comparar nada. Como um anjo – esta é a grandeza das pessoas que são espiritualmente ricas, até mesmo quando eles são materialmente pobres.

Um sinal de cuidado

Nós não somos assistentes sociais. Nós podemos estar fazendo trabalho social aos olhos de algumas pessoas, mas nós devemos ser contemplativas no meio do mundo. Porque nós temos que trazer aquela presença de Deus para dentro de sua família, porque a família que reza unida, permanece unida. Há tanto ódio, tanta miséria, e nós com nossa oração, com nosso sacrifício, estamos começando em casa. O amor começa em casa, e não importa o quanto fazemos, mas quanto amor nós colocamos naquilo que fazemos.

Se nós somos contemplativas no meio do mundo com todos seus problemas, estes problemas nunca podem nos desencorajar. Nós devemos sempre nos lembrar do que Deus nos diz na Escritura: Até mesmo se a mãe pudesse esquecer da criança em seu útero – algo que é impossível, mas até mesmo se ela pudesse esquecer – eu nunca o esquecerei. E assim aqui estou eu falando com vocês. Eu quero que vocês achem os pobres aqui, bem em sua própria casa primeiro. E comecem o amor lá. Levem a boa notícia ao seu próprio povo primeiro. E descubram sobre seus vizinhos de porta. Vocês sabem quem eles são?

Eu tive a experiência mais extraordinária de amor a um vizinho de uma família hindu. Um cavalheiro veio para nossa casa e disse, “Madre Teresa, há uma família que não tem comido por muito tempo. Faça algo.” Então eu peguei um pouco de arroz e fui lá imediatamente. E eu vi as crianças, os seus olhos brilhando com fome. (Eu não sei se vocês alguma vez viram fome, mas eu tenho visto muito freqüentemente.) E a mãe da família pegou o arroz que eu lhe dei, e saiu. Quando ela voltou, eu lhe perguntei, “Onde você foi? O que você fez?” E ela me deu uma resposta muito simples: “Eles também têm fome.” O que me abalou era que ela sabia. E quem eram “eles”? Uma família muçulmana. E ela sabia. Eu não trouxe mais nenhum arroz naquela noite, porque eu quis que eles – hindus e muçulmanos – desfrutassem a alegria de compartilhar.

Mas havia essas crianças irradiando alegria, compartilhando a alegria e paz com a sua mãe porque ela teve o amor para dar até que doesse. E vocês vêem que é aí que o amor começa: em casa na família. Deus nunca se esquecerá de nós, e há algo que você e eu sempre podemos fazer. Nós podemos manter a alegria de amar Jesus em nossos corações, e compartilhar esta alegria com todos com que nós entrarmos em contato. Que nós façamos questão de que nenhuma criança seja indesejada, não amada, não cuidada, ou morta e jogada fora. E que demos até que doa – com um sorriso.

Porque eu falo tanto de dar com um sorriso, uma vez um professor dos Estados Unidos me perguntou, “Você é casada?” E eu disse, “Sim, e eu às vezes acho muito difícil sorrir a meu cônjuge – Jesus – porque ele pode ser muito exigente” – às vezes isto realmente é algo verdadeiro. E é aí que o amor entra – quando é sacrificado, e ainda assim nós podemos dar com alegria.

Um das coisas mais exigentes para mim é viajar para todos os lugares, e com publicidade. Eu disse a Jesus que se eu não for para céu por mais nada, eu irei para céu por todas as viagens com toda a publicidade, porque isto me tem purificado e me sacrificado e me tornado realmente pronta para ir para céu. Se nós nos lembrarmos de que Deus nos ama, e de que nós podemos amar aos outros como ele nos ama, então a América pode se tornar um sinal de paz para o mundo. Daqui, um sinal de cuidado para com o mais fraco dos fracos – a criança por nascer – tem que partir para o mundo. Se vocês se tornarem uma luz ardente de justiça e paz no mundo, então realmente vocês serão fiéis ao que os fundadores deste país defendiam.

 
Deus os abençoe !!!
 
Madre Teresa de Calcutá
 
 
 

Uma resposta

  1. Ao completar quatorze anos de idade, nunca me esquecerei disso, minha mãe recebeu um elogio a meu respeito. Ela respondeu a pessoa, que me elogiava para ela naquela data tão marcante. Assim disse minha mãe: E olha que eu tentei jogá-lo na privada…
    Hoje, com 34 anos e casado, luto contra o aborto em gratidão a minha mãe e a Deus!

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