Igreja tem de aprender linguagem da cultura digital

 

 

 

Papa inaugurou assembleia plenária do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais

 

Bento XVI convidou hoje a Igreja a aprender a “nova linguagem” dos media para apresentar a sua mensagem na “cultura digital”.

“Não se trata apenas de exprimir a mensagem evangélica na linguagem de hoje, mas é preciso ter a coragem de pensar de um modo mais profundo, como aconteceu noutras épocas, a relação entre a fé, a vida da Igreja e as mudanças que o homem está a viver”, disse.

Falando aos participantes da assembleia plenária do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais (CPCS), no Vaticano, o Papa alertou contra os riscos de se banalizar a linguagem “emotiva” promovida pelas novas tecnologias.

“As novas linguagens que se desenvolvem na comunicação digital determinam, entre outras coisas, uma capacidade mais intuitiva e emotiva do que analítica, orientando para uma diferente organização lógica do pensamento e da relação com a realidade”, declarou.

Depois de precisar que estas linguagens promoveram uma “vasta transformação cultural”, Bento XVI afirmou que a Internet oferece “oportunidades inéditas” que ajudam a desenhar “um novo modo de aprender e de pensar”.

“A tradicional distinção nítida entre linguagem escrita e oral parece, agora, esfumar-se em favor de uma comunicação escrita que toma a forma e a imediatez da oralidade”, precisou.

Ao CPCS, estrutura que na Santa Sé acompanha as questões relacionadas com os media, compete, segundo o Papa, “ajudar quantos têm responsabilidade na Igreja” a “perceber, interpretar e falar” a «nova linguagem» dos media “em função pastoral”.

“A cultura digital coloca novos desafios à nossa capacidade de falar e de escutar uma linguagem simbólica que fale da transcendência”, indicou.

Bento XVI disse que a Igreja é chamada a “descobrir, também na cultura digital, símbolos e metamorfoses significativas para as pessoas, que possam ser uma ajuda para falar do Reino de Deus ao homem contemporâneo”.

Para o Papa, o estar “em rede” faz com que as pessoas não se limitem a trocar informações, partilhando também “as suas visões do mundo”, numa dinâmica que pode apresentar dificuldades próprias.

“Os riscos que se correm, é certo, estão diante dos olhos de todos: a perda da interioridade, a superficialidade na vivência das relações, a fuga da emotividade, a prevalência das opiniões mais convincentes em vez do desejo da verdade”, elencou.

Neste contexto, Bento XVI apelou a uma reflexão “urgente” sobre as linguagens desenvolvidas a partir das novas tecnologias, observando uma “incapacidade de viver com plenitude e de forma autêntica o sentido das inovações”.

A reunião magna do CPCS decorre até ao próximo dia 3 de Março, tendo como tema «Linguagem e comunicação».

Fonte: Ecclesia

 

O Presidente Barack Obama não quer permitir a defesa do matrimônio nos tribunais dos EUA

O Presidente Barack Obama ordenou ao Departamento de Justiça que deixe de defender nos tribunais a lei federal que define o matrimônio como a união entre um homem e uma mulher, para permitir que os grupos homossexuais obtenham sentenças a favor do “matrimônio” gay.

Conforme informou o Secretário de Justiça, Eric Holder, em um comunicado publicado no dia 23 de fevereiro, Obama chegou à conclusão de que a “Lei de Defesa do Matrimônio” é inconstitucional porque discrimina aos casais do mesmo sexo. Esta lei federal de 1996 define ao matrimônio como “uma união legal entre um homem e uma mulher” e exige aos maridos que sejam de “sexos opostos”.

A Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) deplorou a decisão da Administração Obama. O principal conselheiro legal da USCCB, Anthony R. Picarello, explicou que a decisão do mandatário é uma ameaça contra aqueles que defendem o matrimônio autêntico em todo o país.

“O matrimônio se entendeu há milênios e em todas as culturas como a união entre um homem e uma mulher”, recordou Picarello em uma declaração publicada depois do anúncio da Obama.

O jurista explicou que “a Lei de Defesa do Matrimônio” recolhe a definição tradicional do matrimônio e foi “aprovada por um Congresso republicano e assinada por um presidente democrata (Bill Clinton, NDT) apenas quinze anos atrás”.

Picarello sustentou que com sua decisão, Obama abdica “da responsabilidade do Poder Executivo de cumprir com sua obrigação constitucional de velar para que as leis dos Estados Unidos sejam executadas fielmente”.

Esta medida, afirma o legista, “também é uma grave afronta aos milhões de americanos que rechaçam a discriminação injusta e que afirmam o valor único e inestimável do matrimônio entre um homem e uma mulher”, acrescentou.

Picarello assinalou que “apoiar o matrimônio verdadeiro não é fanatismo” e sim um critério sumamente “razoável, que afirma a instituição fundamental da sociedade civil”. O fato que o governo sugira que este critério represente uma “discriminação” é “uma grave ameaça para a liberdade religiosa dos partidários do matrimônio em todo o país”. 

Fonte: Acidigital

A humanização da sexualidade.

 
 
 
 
 
Um estudo realizado pela Universidade Harvard deu razão à posição de Bento XVI sobre a AIDS, afirmando que um comportamento sexual responsável e a fidelidade ao próprio cônjuge foram fatores que determinaram uma drástica diminuição da epidemia no Zimbábue. Quem explica, em sua última pesquisa, é Daniel Halperin, do Departamento de Saúde Global da População da universidade norte-americana, que, desde 1998, estuda as dinâmicas sociais que causam a disseminação de doenças sexualmente transmissíveis nos países em vias de desenvolvimento.
 
Halperin usou dados estatísticos e análises sobre o estudo de campo, tais como entrevistas e focus group, o que lhe permitiu coletar depoimentos de pessoas que pertencem a grupos sociais mais desfavorecidos.
 
A tendência de dez anos é evidente: de 1997 a 2007, a taxa de infecção entre adultos diminuiu de 29% a 16%. Após sua pesquisa, Halperin não hesita em afirmar: a repentina e clara diminuição da incidência de AIDS se deve “à redução de comportamentos de risco, como sexo fora do casamento, com prostitutas e esporádico”.
 
O estudo, publicado em PloSMedicine.org, foi financiado pela Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional, da qual Halperin foi conselheiro, e pelo Fundo das Nações Unidas para a População e Desenvolvimento.
 
“Com este estudo, Halperin promove uma reflexão séria e honesta sobre as políticas até agora adotadas pelas principais agências de combate à AIDS nos países em desenvolvimento”, afirma o jornal L’Osservatore Romano, ao dar a notícia, em sua edição de 26 de fevereiro.
 
Segundo o estudo, fica claro que a drástica mudança no comportamento sexual da população do Zimbábue “recebeu o apoio de programas de prevenção na mídia e de projetos educativos patrocinados pelas igrejas”.
 
Poucos anos atrás, Halperin se perguntava como é possível que as políticas de prevenção “mais significativas tenham sido feitas até agora baseando-se em evidências extremamente fracas”, ou seja, na ineficácia dos preservativos.
 
Em suma, segundo o estudo de Halperin, é necessário “ensinar a evitar a promiscuidade e promover a fidelidade”, apoiando iniciativas que visem a construir na sociedade afetada pela AIDS uma nova cultura.
 
Como disse Bento XVI, é necessário promover uma “humanização da sexualidade”.

Fonte: Zenit Org.

 

O Papa: Aborto não resolve nada pois mata as crianças e destrói as mulheres

 

 

Neste sábado, ao receber  os participantes da assembléia geral da Pontifícia Academia para a Vida, o Papa Bento XVI assinalou que o aborto não resolve nada, ao contrário, mata uma criança, destrói a mulher, cega a consciência do pai da criatura e arruína a família.

Em seu discurso na Sala Clementina do Vaticano, o Papa explicou que o síndrome pós-abortiva, um dos temas da assembléia, “revela a voz insuprimível da consciência moral e a ferida gravíssima que ela sofre cada vez que a ação humana atraiçoa a inata vocação do ser humano ao bem, que a ação testemunha.”

Com o aborto, a consciência moral se vê ofuscada, mas nunca deixa de ser “aquele “juízo da razão, pelo qual a pessoa humana reconhece a qualidade moral dum ato concreto que vai praticar, que está prestes a executar ou que já realizou” (n. 1778). É, de fato, missão da consciência moral discernir o bem do mal nas diversas situações da existência, a fim de que, com base nesse juízo, o ser humano possa, livremente, orientar-se para o bem”.

Bento XVI disse logo que “a quantos desejariam negar a existência da consciência moral no homem, reduzindo a sua voz ao resultado de condicionamentos externos ou a um fenômeno puramente emocional, é importante rebater que a qualidade moral do agir humano não é um valor extrínseco talvez opcional e não é nem mesmo uma prerrogativa dos cristãos ou dos fiéis, mas acomuma todo o ser humano”.

“Na consciência, o homem todo inteiro – inteligência, emoção, vontade – realiza a sua vocação ao bem, de forma que a escolha pelo bem ou pelo mal nas situações concretas da existência chega a assinalar profundamente a pessoa humana em toda a expressão de seu ser”.

O Papa recordou também que “quando o homem refuta a verdade e o bem que o Criador lhe propõe, Deus não o abandona, mas, exatamente através da voz da consciência, continua a procurá-lo e a falar com ele, a fim de que reconheça o erro e se abra à Misericórdia divina, capaz de curar qualquer ferida”.

Bento XVI se referiu logo aos médicos afirmando que “não podem fazer pouco caso da séria missão de defender do engano a consciência de muitas mulheres que pensam encontrar no aborto a solução para dificuldades familiares, econômicas, sociais, ou a problemas de saúde da sua criança”.

“Especialmente nessa última situação, a mulher é muitas vezes convencida, às vezes pelos próprios médicos, de que o aborto representa não somente uma escolha moralmente lícita, mas mesmo um necessário ato “terapêutico” para evitar sofrimentos à criança e à sua família, e um ‘injusto” peso à sociedade”.

Sobre este tema o Santo Padre precisou que “cenário cultural caracterizado pelo eclipse do sentido da vida, em que se é muito atenuada a comum percepção da gravidade moral do aborto e de outras formas de atentados contra a vida humana, pede-se aos médicos uma especial fortaleza para continuar a afirmar que o aborto não resolve nada, mas mata a criança, destrói a mulher e cega a consciência do pai da criança, arruinando, frequentemente, a vida familiar”.

“Tal tarefa, todavia, não diz respeito somente à profissão médica e aos agentes de saúde. É necessário que a sociedade toda se coloque em defesa do direito à vida do concebido e do verdadeiro bem da mulher, que nunca, em nenhuma circunstância, poderá se realizar na escolha do aborto”.

Nesse sentido o Papa recordou que “também será necessário – como indicado pelos vossos trabalhos – não esquecer os auxílios necessários às mulheres que, tendo infelizmente já recorrido ao aborto, estão agora experimentando todo o drama moral e existencial. Múltiplas são as iniciativas, em nível diocesano ou de parte de voluntariados, que oferecem apoio psicológico e espiritual para uma recuperação humana plena. A solidariedade da comunidade cristã não pode renunciar a esse tipo de corresponsabilidade”.

Bento XVI também se referiu ao segundo tema da assembléia, os bancos de cordões umbilicais, alentou estas iniciativas solidárias e ressaltou a validez ética destes trabalhos, especialmente no campo das células tronco para evitar a eliminação de embriões humanos.

“Convido, portanto, todos vós a fazer-vos promotores de uma verdadeira e consciente solidariedade humana e cristã”, finalizou o Papa.

Fonte: Acidigital

 

Cuidado! A “lei da homofobia” pode chegar na sua casa e na sua igreja!

 

Sabiam que o projeto de lei 122/2006, já está de volta na pauta do Senado? E sabiam que os 27 senadores responsáveis por isso não querem publicar seus nomes?

Então querem impor a perseguição religiosa, sem que a população, que eles “representam”, saiba?

Convido a assistirem o importante vídeo abaixo e deixarem sua opinião sobre o que podemos fazer para que a “lei da homofobia” não bata a nossa porta

 

 

 

Depois escreva sua opinião clicando aqui, ou enviando um email para o nosso Fale Conosco, clicando aqui.

Junte-se a nós através do Facebook participando e convidando amigos para a causa:

Lei da Homofobia = Perseguição Religiosa Clique aqui e faça parte.

Fonte: www.ipc.org.br

A Justiça, a falibilidade da medicina e o feticídio

 
Justiça. O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo suspendeu a autorização de aborto de um suposto anencéfalo em Santa Adélia, que havia sido permitido pelo juiz local.  A decisão, no Habeas Corpus n. 001877/2011, ajuizado em favor do Nascituro por Marcos Antonio Favaro e Vanessa Martins Fernandes Fávaro contra ato do Juízo de Direito da Vara Única da Comarca de Santa Adélia-SP; 

“No caso dos autos, o abortamento de nascituro acometido de anencefalia não encontra amparo na legislação pátria, valendo ressaltar que também não é hipótese de gravidez decorrente de estupro.
Ademais, não é dado ao magistrado criar nova hipótese para deferimento de aborto, devendo se ater à lei, porquanto o abortamento de feto anencéfalo não encontra previsão legal.
Ressalte-se o cabimento do writ para defender não só o direito de ir e vir, mas também o direito à preservação da vida do nascituro, como já reconheceu o Colendo STJ no HC 32.159-RJ.
Portando, presentes o fumus boni juris e o periculum in mora (proximidade do aborto, ceifando a vida do nascituro) DEFIRO A LIMINAR PARA SUSPENDER A AUTORIZAÇÃO DE ABORTO, comunicando-se imediatamente ao dd. juízo da comarca de Santa Adélia, com o recolhimento de eventual alvará nesse sentido.
São Paulo, 19 de fevereiro de 2011
CAMILO LÉLLIS
Desembargador de plantão

A questão da anencefalia, como se vê na decisão, é levada somente para o campo jurídico.

Anencefalia. O que é ?  Anencefalia é a falta de cérebro na criança que vai nascer, uma criança sem cérebro.

Liberação do aborto. O objetivo da obtenção do aborto nos casos de anencefalia é para iniciar a liberação de abortos.  Quer-se permitir no caso de anencefalia, depois permitir se a criança não tiver uma perna, depois permitir se a criança não tiver um pé, depois permitir se a criança tiver Síndrome de Down ou qualquer outra enfermidade, até chegar à permissão pela escolha do sexo, pela cor dos olhos e por motivos econômicos.  Ou seja, o objetivo dos favoráveis ao aborto é obter permissão para todo e qualquer aborto.

Erros médicos. A falibilidade da medicina é constatada diariamente.  Vemos casos de injeção de vasilina na veia, cirurgias erradas, objetos deixados dentro do corpo das pessoas e  muitos, mas muitos, diagnósticos errados.  Pessoas que são dadas por mortas pela medicina tempos depois estão em perfeito estado de saúde.  Há o contrário, a medicina, após inúmeros exames, afirma para os pais que a criança vai nascer perfeita, mas ela nasce com deficiências físicas ou Síndrome de Dawn, por exemplo.

Internet. Nos registros virtuais, temos inúmeras notícias de erros médicos. Há uma publicação na Internet dos 10 Inacreditáveis erros médicos, cujas fotos e descrições dos casos podem ser vistos aqui .  

Marcela. O caso de Marcela é típico de erro médico. Os médicos que  propuseram o aborto  tinham a certeza absoluta que ela não tinha cérebro e morreria minutos após o nascimento.  A mãe não permitiu o aborto, a Marcela nasceu e viveu durante 18 meses.  Agora, os mesmos que queriam o aborto estão dizendo que a Marcela tinha cérebro. Não tinham certeza do que afirmavam antes e estão tentando justificar o erro agora. Veja o vídeo de Marcela aqui .   
 
Milagres. Alguns dos erros apresentados acima são grotescos, como amputar perna errada. Como pode a medicina, com tanta falibilidade, tantos erros, tantas incertezas, garantir que um bebê morrerá?
A medicina não consegue explicar muitas curas e também não tem condições para sentenciar a morte de ninguém, seja nascituro ou idoso.

Nós, padres, pastores e religiosos, ouvimos inúmeros casos de erros médicos. Os casos de erros médicos estão em muitos processos dos tribunais.   Muita gente desenganada, com doenças incuráveis, segundo a medicina,  tempos depois apresentam-se saudáveis.

A questão  não é somente jurídica, mas de incapacidade de a medicina garantir a vida ou sentenciar a morte das pessoas.

Os milagres são obras de Jesus Cristo, que não podem ser alcançados pelo Direito ou pela Medicina.

Dom de Deus. A vida é dom de Deus.  Nenhum homem pode tirar a vida de outra pessoa, sob qualquer argumento.

O Catecismo da Igreja Católica e o Evangelho são irredutíveis na proteção da vida humana:

2270. A vida humana deve ser respeitada e protegida, de modo absoluto, a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento da sua existência, devem ser reconhecidos a todo o ser humano os direitos da pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo o ser inocente à vida (46).

«Antes de te formar no ventre materno, Eu te escolhi: antes que saísses do seio da tua mãe, Eu te consagrei» (Jr 1, 5).
«Vós conhecíeis já a minha alma e nada do meu ser Vos era oculto, quando secretamente era formado, modelado nas profundidades da terra» (Sl 139, 15).

2271. A Igreja afirmou, desde o século I, a malícia moral de todo o aborto provocado. E esta doutrina não mudou. Continua invariável. O aborto directo, isto é, querido como fim ou como meio, é gravemente contrário à lei moral:

«Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o recém-nascido» (47).
«Deus […], Senhor da vida, confiou aos homens, para que estes desempenhassem dum modo digno dos mesmos homens, o nobre encargo de conservar a vida. Esta deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis» (48).

Pena de morte. Não há nenhuma possibilidade de o Judiciário sentenciar à  morte um inocente e indefeso feto.  O feto pode morrer no útero de sua mãe, num aborto espontâneo,  ou  morrer minutos depois de nascer, se tiver anencefalia, doença pulmonar, doença cardíaca ou qualquer outra razão. Pode, ainda, por Milagre Divino, nascer forte e sadio e ser uma pessoa que vai mudar o mundo.  A Providência Divina deve ser respeitada.

 

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
 
 

Liminar concedida impedindo aborto de anencéfalo

 

Segue  cópia da autorização de liminar que, por enquanto, impediu a realização do   aborto de anencéfalo em S. Adélia SP.

 

 

 

 

Enviado por:  Pe. Berardo Graz – Coordenador da CRDV