Sinais da Virgem de Guadalupe em defesa da vida

“Não deixe seu coração perturbado. Não tema esta ou qualquer outra enfermidade, ou angústia.

Eu não estou aqui? Quem é sua Mãe? Você não está sob minha proteção?” — Palavras da Santíssima Virgem exortando o índio Juan Diego a revelar Sua mensagem ao bispo.

Comunicando-se no idioma náuatle, a língua asteca, o nome Guadalupe assume o seguinte significado: “Perfeitíssima Virgem, Santa Maria, que subjugará, esmagará e extirpará a serpente de pedra”.

A “serpente de pedra” refere-se à temida serpente emplumada, a divindade Quetzalcoatl, o mais monstruoso de todos os deuses astecas a quem eram oferecidos vinte mil sacrifícios humanos por ano.

Portanto, uma divindade pagã, ou seja, um espírito decaído que subjuga almas e consciências.

Em 1531, Maria Santíssima manifestou-se ao pobre índio e lavrador asteca Juan Diego

Nessa importante intervenção a Mãe do Senhor deu ao bom índio sinais milagrosos como a cura de seu tio Juan Bernardino, o inexplicável florescimento de várias espécies de flores em plena neve, além da famosa imagem miraculosamente estampada no tecido de sua tilma (manto ou capa longa usada pelos índios, conhecida também como poncho).

A tilma de Don Diego, assim como a pintura nela estampada contém mistérios que continuam intrigando a ciência em pleno século XXI.

Em primeiro lugar, o que chama a atenção dos peritos é a singular conservação do rude tecido da tilma (ou poncho) de Juan Diego.

Durante séculos, esteve exposto, sem maiores cuidados, aos rigores do calor, da poeira e da umidade, e mesmo assim sua tessitura não se desfibrou, nem tampouco se lhe desvaneceu a admirável policromia.



      

 

 

Avental de Juan Diego já dura 450 anos sem se rasgar nem se decompor

“Os corantes da imagem não pertencem nem ao reino vegetal, nem mineral nem ao animal”

A matéria sobre a qual a imagem foi estampada é tecido confeccionado com fibra de ayate, da espécie mexicana agave potule zacc, que se decompõe por putrefação aos 20 anos, aproximadamente.

Em contraposição, o avental de Juan Diego já dura 450 anos sem se rasgar nem se decompor e, por motivos inexplicáveis, é imune à umidade e à poeira.

Atribuiu-se essa virtude ao tipo de pintura que cobre o pano, a qual poderia atuar como matéria protetora.

Em conseqüência, foi enviada uma amostra para ser analisada pelo cientista alemão e Prêmio Nobel de Química Richard Kuhn, cuja resposta deixou perplexos os consultantes. Os corantes da imagem não pertencem nem ao reino vegetal, nem mineral nem ao animal, afirmou o pesquisador. Na imagem da Virgem foi empregada uma técnica inusitada, incompreensível e irrepetível.

A técnica empregada na tilma de Juan Diego é desconhecida na história da pintura

Pensou-se, então, que a tela estivesse tratada por um procedimento especial. Mas de que consistência seria essa preparação da tela para que a pintura pudesse aderir e se conservar incólume sobre matéria tão frágil e perecível como é o ayate?

Mais: confiaram a dois estudiosos norte-americanos — o doutor Calagan, da NASA, e o professor Jody B. Smith, catedrático de Filosofia da Ciência no Pensacolla College — a tarefa de submeter a imagem à análise fotográfica com raios infravermelhos. As suas conclusões foram as seguintes:

1ª.) o ayate — tela rala de fio de maguey — não possui preparação alguma, o que torna inexplicável, à luz dos conhecimentos humanos, que os corantes impregnem fibra tão inadequada e nela se conservem.

2ª.) não há esboços prévios, como os descobertos pelo mesmo processo nos quadros de Velázquez, Rubens, El Greco e Ticiano. A imagem foi pintada diretamente, tal qual a vemos, sem esboços nem retificações.

3ª.) não há pinceladas. A técnica empregada é desconhecida na história da pintura. É inusitada, incompreensível e irrepetível. (1)  

 

Reflexo dentro dos olhos da Virgem Maria

 

 

De acordo com vários cientistas que analisaram a imagem estampada na tilma, podemos ver refletidos em Seus olhos, em ambos e numa precisa localização da mesma forma como refletido por um olho humano vivo, várias figuras que tem sido extensivamente analisadas e parecem corresponder à forma e tamanho de figura humana localizada na frente da imagem.

Em 1929, Alfonso Marcue, que foi fotógrafo oficial da antiga Basílica de Guadalupe na Cidade do México, achou que se parecia claramente com a imagem de um homem de barba refletido no olho direito da Virgem. A princípio ele não acreditou no que estava diante de seus olhos. Como poderia ser? Um homem de barba dentro dos olhos da Virgem? Depois de várias análises de sua fotografia em preto e branco, ele não tinha dúvidas e decidiu informar as autoridades da Basílica. Ele foi orientado para manter completo silêncio a respeito do descobrimento.

Nos olhos da Virgem Santíssima, eternizou-se um momento ocorrido há mais de 400 anos atrás

Nessa superfície de apenas 8 milímetros de diâmetro aparecem nada menos de 13 figuras. O cientista José Aste Tonsmann, engenheiro de sistemas da Universidade de Cornell e especialista da IBM no processamento digital de imagens, dá três motivos pelos quais essas imagens não podem ser obra humana

Mais de 20 anos depois, em 29 de maio de 1951, Jose Carlos Salinas Chavez, examinou uma boa fotografia da face, redescobriu a imagem de que aparece claramente ser um homem de barba refletido no olho direito da Virgem, e o localizou no olho esquerdo também.

Tal descoberta sugere que os olhos da imagem registram também o reflexo das testemunhas que se encontravam presentes no exato momento em que Juan Diego desfraldou a tilma.

Assim, nos olhos da Virgem Santíssima, eternizou-se um momento ocorrido há mais de 400 anos atrás.

Desde então, várias pessoas tiveram a oportunidade de analisar mais de perto os olhos da Virgem na tilma, incluindo mais de 20 médicos, oftalmologistas.

Pela primeira vez, em 27 de março de 1956, foi o Dr. Javier Torroella Bueno, MDS, um respeitado oftalmologista quem apresentou o primeiro relatório nos olhos da imagem emitido por um médico.

Em seu relatório, ele certifica a presença de uma tripla reflexão (conhecida como efeito Samson-Purkinje), característica de todo olho humano vivo e situa que no resultado, as imagens estão localizadas exatamente onde elas deveriam estar de acordo com tal efeito, e também que a distorção das imagens combina com a curvatura da córnea.

O reflexo das figuras se apresenta nos dois olhos da pintura, obedecendo curvatura e distorção de um olho humano.

O Rosto da Virgem de Guadalupe 

 No mesmo ano outro oftalmologista, Dr. Rafael Torrija Lavoignet, examinou os olhos da imagem com um oftalmoscópio em grande detalhe.

 Ele observou a aparente figura humana nas córneas nos dois olhos, com a localização e distorção de um olho humano normal e, especialmente, notou uma singular aparência dos olhos: eles parecem estranhamente vivos quando examinados.

Vários outros exames dos olhos da imagem na tilma foram feitos por oftalmologistas depois dessas primeiras.

Com mais ou menos detalhes todos concordam com as conclusões desses médicos mencionados acima.

Resultado de um escaner de altíssima resolução  

Alguns resultados dos escaneamentos de altíssima resolução dos olhos da Virgem mostrando as pessoas presentes no momento do milagre.

Mas um novo e fascinante tipo de análise dos olhos começou em 1979, quando o Dr. Jose Aste Tonsmann, PhD, graduado pela Universidade Cornell, trabalhando para IBM em processamento digital de imagens, ao digitalizar em um escaner de altíssima resolução, uma ótima fotografia da face da Virgem, tomada diretamente da tilma original.

Depois de filtrar e processar as imagens digitalizadas dos olhos para eliminar os “ruídos” e acentuá-las, fez algumas surpreendentes descobertas: não só era claramente visível em ambos os olhos o “busto humano”, mas outras figuras humanas eram também visíveis!

Segundo o Dr. Tonsmann, da esquerda para a direita pode-se ver o “índio sentado”, o “bispo Zumárraga”, o “tradutor”, “Juan Diego mostrando a tilma” e abaixo “uma família”. Ou seja, testemunhas que historicamente presenciaram o fenômeno ocorrido há quase meio século.

Este cientista publicou seus últimos estudos sobre os olhos na tilma, com completos detalhes e fotografias.

Recados da Virgem de Guadalupe para o nosso tempo 

Talvez um dos aspectos mais fascinantes de seu trabalho, em sua opinião, é de que Nossa Senhora não só nos desejava deixar Sua imagem impressa como prova de Sua aparição, mas também certas mensagens que permaneceram escondidas em Seus olhos para serem reveladas quando a tecnologia permitisse descobrí-las e em um tempo em que fossem mais necessárias.

Este seria o caso da imagem de uma família presente no centro dos olhos da Virgem, nesses momentos em que a instituição familiar é precisamente vítima de graves ataques em nossos dias.

A imagem de várias figuras humanas que parecem constituir uma família (incluindo várias crianças e um bebê levado nas costas por sua mãe, como se acostumava no século XVI ), aparecem no centro da pupila da Virgem, como centro de sua visão, como se pode verificar em imagem do olho direito ressaltando a família, obtida com recursos de alta tecnologia pelo Dr. Aste Tonsmann.  

Sinais da Virgem de Guadalupe em Defesa da Vida   

Sobre a questão da cultura da morte que ameça a vida e a família —como na criminosa prática do aborto legalizada— cabe aqui um parêntese. Certamente expressando Seu maternal apelo justamente para promover a salvaguarda da família e defesa da vida, a Santíssima Virgem de Guadalupe continua enviando Seus sinais celestiais em pleno século XXI.

Uma evidência desse celestial apelo deu-se através de um fato extraordinário ocorrido em 24 de abril, 2007, logo depois da decisão do México de legalizar o aborto.

Após a Missa celebrada na Basílica pelas criancinhas não nascidas, abortadas, quando muitos fiéis fotografavam o quadro da Virgem de Guadalupe, diante do qual uma multidão de peregrinos desfilam num tapete rolante, a imagem de Nossa Senhora começou a se apagar.

Enquanto a imagem se apagava uma luz intensa emanava de seu ventre, constituindo um halo brilhante tendo a forma de um embrião. Essa luz provinha realmente do ventre da imagem da Santíssima Virgem Maria. E não era um reflexo, nem um artefato.

O engenheiro Luis Girault, que examinou a imagem, confirmou a autenticidade do negativo e especificou que não foi nem modificado nem alterado.

Ele revelou que a luz não provinha de nenhum reflexo, mas saia literalmente do interior da imagem da Virgem.

A luz era muito branca, pura e intensa, muito diferente dos clarões fotográficos habituais, produzidos pelos flashes.

Esta luz era envolvida por um halo com a forma de um embrião.

Examinando ainda mais precisamente esta imagem, distingue-se no interior do halo certas zonas de sombra que são características de um embrião humano no seio materno.

A Fé católica nos ensina: “Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem”! Segundo as Escrituras, João Batista estremeceu no seio de sua mãe para saudar o Seu Senhor.

Portanto, conclui-se claramente que Nossa Senhora de Guadalupe vem em socorro dos embriões não nascidos – ignorados dos legisladores – lembrando assim o Evangelho de Lucas (1, 1) : “Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus”.

As fotos à seguir que registram o fenômeno, foram enviadas do México pelo Pe.Luis Matos, superior da Comunidade des Béatitudes e o texto do presente item é um resumo de sua mensagem.

 

 

Alguns resultados das muitas pesquisas: 

 

Voltando às inúmeras constatações sobre a imagem da Virgem de Guadalupe, em suma, poderíamos resumir ainda novas descobertas científicas referentes a sobrenatualidade da imagem de Guadalupe nos seguintes nove tópicos mencionados abaixo:

1. Estudos oftalmológicos realizados nos olhos de Maria detectaram que ao acercar-lhe luz, a retina se contrai e ao retirar a luz, volta a dilatar, exatamente como ocorre em um olho vivo.

2. A temperatura da fibra de maguey com a qual está confeccionada a tilma, ou o ponche que usou Juan Diego, mantém uma temperatura constante de 36.6 graus, a mesma de um corpo humano vivo.

3. Um dos médicos que analizou o ponche colocou seu estetoscópio embaixo do cinto que Maria possui e escutou batidas que em ritmos se repete a 115 pulsações por minuto, igual a um bebê no ventre materno.

4. Não se descobriu nenhum vestígio de pintura no tecido. Na realidade, há uma distância de 0,3 mm da imagem, só se vê o tecido de maguey crú: as cores desaparecem. Estudos científicos não conseguem descobrir a origem da coloração que forma a imagem, nem a forma que a mesma foi pintada. Não se detectou vestígios de pinceladas nem outra técnica de pintura conhecida. Cientistas da NASA confirmaram que o material que dá origem às cores não pertence a nenhum dos elementos conhecidos na terra.

5. Foi passado um raio laser no sentido lateral sobre o tecido, descobrindo que a coloração da mesma não está nem na frente e nem no verso, e sim que as cores flutuam há uma distância de três décimos de milímetro sobre o tecido, sem tocá-lo.

6. A fibra de maguey que constitui o tecido da imagem, não pode durar mais que 20 ou 30 anos. Há vários séculos se pintou uma réplica da imagem em um tecido de fibra de maguey idêntica, e a mesma se desintegrou depois de varias décadas. Quase 500 anos passados do milagre, a imagem de Maria continua tão firme como no primeiro dia. A ciência não consegue explicar porque a tela não se desintegrou.

7. No ano de 1791, se derrubou acidentalmente ácido muriático no lado superior direito do tecido. Num intervalo de 30 dias, sem tratamento algum, se reconstituiu milagrosamente o tecido afetado.

8. No início do século XX, um homem escondeu uma bomba de alto poder entre um arranjo floral, e o colocou aos pés do manto. A explosão destruiu tudo ao redor, chegando a retorcer um crucifixo de ferro próximo, mas o manto, no entanto, permaneceu intacto.

9. Uma comissão de astrônomos investigou as estrelas visíveis no manto de Maria e, através de minuciosos cálculos concluíram que cada uma das estrelas estampadas refletem a exata configuração e posição que se apresentava o céu do México no dia em que aconteceu o milagre.

• Do lado direito do manto da Virgem se encontram “comprimidas” as constelações do sul:

• 4 estrelas que formam parte da constelação de Ofiuco (Ophiucus).

• Abaixo se observa Libra e na direita, a que parece uma ponta de flecha corresponde ao início de Escorpião (Scorpius).

• No meio, se assinala duas, a constelação de Lobo (Lupus) e no extremo a de Hidra (Hydra).

• Abaixo se vê a Cruz do Sul (Crux) sem dúvida alguma, na esquerda aparece o quadrado ligeiramente inclinado da constelação de Centauro (Centaurus).

• Do lado esquerdo do manto da Virgem se vê as constelações do norte:

• No ombro, um fragmento das estrelas da constelação de Boyero (Bootes), abaixo e na esquerda a constelação Osa Mayor (Ursa Maior).

Em volta e na direita, Berenice (Coma Berenices), abaixo, Lebreles (Canes Venatici), e à esquerda Thuban, que é a estrela mais brilhante da constelação de Dragón (Draco).

• Abaixo das duas estrelas, (que todavia formam parte da Ursa Maior), se percebe outro par de estrelas da constelação de Cochero (Auriga) e à oeste, abaixo, 3 estrelas de Touro (Taurus).

• Desta maneira, ficam identificadas na sua totalidade e no seu lugar, um pouco comprimidas, as 46 estrelas mais brilhantes que rodeiam o horizonte do Vale do México.

Uma comissão de astrônomos investigou as estrelas visíveis no manto de Maria e, através de minuciosos cálculos concluíram que cada uma das estrelas estampadas refletem a exata configuração e posição que se apresentava o céu do México no dia em que aconteceu o milagre. 

 

A Virgem que esmagou e extirpou a Serpente de Pedra  

 

A “serpente de pedra” refere-se à temida serpente emplumada, a divindade Quetzalcoatl, o mais monstruoso de todos os deuses astecas a quem eram oferecidos vinte mil sacrifícios humanos por ano

Convém ressaltar sobretudo o significado do nome pelo qual a Santíssima Virgem apresentou-Se ao índio Juan Diego, por ocasião de Sua aparição em 1531.

Comunicando-se no idioma náuatle, a língua asteca, o nome Guadalupe assume o seguinte significado: “Perfeitíssima Virgem, Santa Maria, que subjugará, esmagará e extirpará a serpente de pedra”.

A “serpente de pedra” refere-se à temida serpente emplumada, a divindade Quetzalcoatl, o mais monstruoso de todos os deuses astecas a quem eram oferecidos vinte mil sacrifícios humanos por ano. Portanto, uma divindade pagã, ou seja, um espírito decaído que subjuga almas e consciências.

Convém refletirrmos que nos dias de hoje, em que a humanidade se afasta a passos largos de Cristo e da verdadeira religião, a divindade Quetzalcoatl é grandemente reverenciada e cultuada por inúmeros grupos esotéricos e ocultistas que promovem a religião planetária da “nova era”.

Para esses grupos esotéricos e ocultistas, Quetzalcoatl é apresentada astutamente como símbolo das energias telúricas que ascendem, daí a sua representação como uma serpente emplumada.Neste sentido doutrinário empolado, essa energia representa a vida, a abundância da vegetação, o alimento fisico e espiritual para o povo que a cultua ou o indivíduo que tenta uma ascese místico-espiritual-gnóstica.

Facilmente o adepto da “nova era” se enreda por essas práticas acreditando na possibilidade de uma pseudo-ascese espiritual. Mas, na verdade, ele apenas se predispõe livremente a entrar sutilmente em sintonia com a “antiga serpente”, Satanás.

O que rasteja na terra não pode conduzir a alma ao céu.

Entendendo o sinal do céu, repentinamente cessaram os sacrifícios humanos e 8 milhões de astecas abraçaram a fé católica

São Juan Diego Cuauhtlatoatzin, o vidente das Aparições de Nossa Senhora de Guadalupe, que tiveram lugar de 9 a 12 de dezembro de 1531

No ano 2002, o arqueólogo do governo mexicano João Alberto Romám Berreleza anunciou os resultados de exames forenses aos ossos de 42 meninos, em sua maioria meninos de aproximadamente seis anos, sacrificados durante uma festa no templo maior da Cidade de México, o principal centro religioso azteca. Todos compartiam uma carateristica: cáries avançadas, abscessos ou infecções ósseas suficientemente dolorosas como para fazê-los chorar. “Considerava-se um presságio propício que chorassem muito no momento do sacrificio” precisou Romám Berreleza.

O historiador nativo mexicano do século 16, Ixtlilxochitl estimava que um de cada cinco meninos no México foi sacrificado.

Na verdade, os astecas, ao receberem a mensagem de Maria Santíssima, consideraram isso uma ordem divina proveniente dos reinos invisíveis e o sacrifício humano cessou de modo repentino.

É fato histórico que em 1539, mais de oito milhões de astecas tinham abraçado a fé católica, como conseqüência direta da imagem sagrada que fora estampada por Maria Santíssima na tilma de Juan Diego.

 

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